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EXERCÍCIO DO MÊS 


 Exercício com especificidade no fortalecimento do Grande Dorsal, Trapézio, Deltoide Posterior e Complexo Abdominal com Bola e banda de Suspensão. 

 Regras base para uma correta execução do Exercício: 

 Cabeça alinhada com o Tronco, Corpo em Prancha, contração abdominal para estabilização do movimento.


ARTIGOS, NOTÍCIAS E EVENTOS

QUANTOS PASSOS DEVEREMOS DAR POR DIA PARA UMA MELHORIA DA SAÚDE E LONGEVIDADE

     Meta-análise que envolveu 15 estudos e mais de 50 mil pessoas de 4 Continentes oferece um novo entendimento na identificação de passos diários necessários para promover a melhoria da saúde e longevidade de vida em adultos e igualmente novo entendimento sobre o número de passos necessários em idades diferentes.

Esta Meta-análise liderada pela Epidemiologista em Atividade Física Amanda Paluch da “University of Massachusetts Amherst” conclui que o número de passos diários necessários para uma melhoria da saúde e longevidade em indivíduos com 60 ou mais anos é de cerca de 6 000 a 8 000 passos e que para adultos abaixo dos 60 anos para uma melhoria da saúde e longevidade o número de passos necessários será de cerca de 8 000 a 10 000.

O estudo conclui também que mais passos do que os sugeridos não adicionam mais benefício em termos de melhoria da saúde e longevidade.

Este estudo foi publicado no conceituado Jornal “The Lancet”.

NOTA: Os muitos vezes repetidos 10 000 passos diários necessários para um benefício de saúde e longevidade cresceu durante décadas de uma campanha de publicidade datada de 1965 de uma empresa Japonesa de pedómetros, sem qualquer fundamentação científica que a apoiasse. 


SARS-COV-2 (RISCO DE INFEÇÃO, DOENÇA GRAVE E MORTE) VS. EXERCÍCIO FÍSICO

       Resultados de 76 395 participantes que foram testados ao SARS-CoV-2 indicam que; 2295(3,0%) foram dados como positivos, 446(0,58%) tiveram doença grave de COVID-19 e 45(0,059%) morreu de COVID-19.

INFEÇÃO POR SARS-COV-2: Indivíduos que realizaram exercício físico aeróbico e de fortalecimento muscular de acordo com as diretrizes locais tiveram um risco menor de infeção por SARS-COV-2 (2,6% contra 3,1% de seus pares que não praticava ou praticava insuficientemente exercício físico aeróbico e de fortalecimento muscular).

DOENÇA COVID-19 GRAVE: Indivíduos que realizaram exercício físico aeróbico e de fortalecimento muscular de acordo com as diretrizes locais tiveram um risco menor de doença COVID-19 grave (0,35% contra 0,66% de seus pares que não praticava ou praticava insuficientemente exercício físico aeróbico e de fortalecimento muscular).

MORTE POR COVID-19: Indivíduos que realizaram exercício físico aeróbico e de fortalecimento muscular de acordo com as diretrizes locais tiveram um risco menor de morte por COVID-19 (0,02% contra 0,08% de seus pares que não praticava ou praticava insuficientemente exercício físico aeróbico e de fortalecimento muscular).

Este estudo foi realizado através da “Korea Disease Control and Prevention Agency (KDCA)” Coreia do Sul e da “Ministry of Health and Welfare”, igualmente Coreia do Sul, foi publicado no “British Journal of Sports Medicine”, uma das maiores referências mundiais a nível da Medicina e Deporto.

Realizadores do estudo concluem que indivíduos que praticaram os níveis recomendados de exercício físico foram associados a uma menor probabilidade de infeção por SARS-CoV-2, doença COVID-19 grave e morte relacionada a COVID-19, sugerindo que a prática de exercício físico tem um valor substancial para a saúde pública demonstrando benefícios potenciais para combater a COVID-19.


EXERCÍCIO FÍSICO VS. AUMENTO DO FLUXO SANGUÍNEO EM PESSOAS COM MAIS DE 65 ANOS.

      Investigadores da “University of Texas Southwestern Medical Center”, Estados Unidos da América, chegaram à conclusão que; indivíduos com mais de 65 anos com leve perda de memória que seguiram um programa de treino por um ano, presenciaram após este período um aumento do fluxo sanguíneo aos os seus cérebros.

"Isto é parte de um crescente corpo de evidências que liga o exercício físico à saúde do cérebro", remata Rong Zhang, Professor de Neurologia da “University of Texas Southwestern Medical Center”, "Nós mostramos pela primeira vez em um estudo randomizado com esta população que o exercício físico faz com que mais sangue flua para o cérebro."

Até um quinto das pessoas com mais de 65 anos têm algum nível de Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) que em muitas vezes progride para demência como a Doença de Alzheimer.

Segundo Rong Zhang, descobertas fisiológicas como estas poderão ser extremamente uteis numa abordagem dos Médicos aos Pacientes acerca do benefício do Exercício Físico nas condições descritas.

Este estudo foi publicado na última edição do “Journal of Alzheimer's Disease”.


ATIVIDADE FÍSICA MODERADA A VIGOROSA EM IDADE JOVEM VS. ESTRUTURA ÓSSEA

    Atividade Física Moderada a Vigorosa poderá maximizar o pico de força na Anca e prevenir o desenvolvimento acelerado da Osteoporose numa Idade mais avançada.

Estudo realizado pela “University of Bristol”, Inglaterra, descobriu num Universo de 2569 indivíduos, nascidos nos anos 90, que quanto mais tempo passado na realização da prática de Atividade Física Moderada a Vigorosa a partir dos 12 anos, consequentemente esta estaria associada a Ancas mais fortes e a um pico de maximização da Massa Óssea aos 25 anos. De relembrar que as fraturas na Anca são as que assumem uma maior proporção de incidência relativamente à Osteoporose numa fase mais adulta.

Os investigadores também encontraram evidências que sugerem ser de muito mais importância a prática de Atividade Física Moderada a Vigorosa numa idade mais jovem do que numa idade mais adulta na desaceleração da condição de Osteoporose, sendo que; as atividades de alto impacto como o saltar estarão proporcionalmente relacionadas com Ancas mais fortes na idade dos 25 anos.

Este Estudo foi publicado no “JAMA Network Open Journal”.


CIRCUNFERÊNCIA DA COXA VS. PRESSÃO ARTERIAL

      De acordo com o “Endocrine Connections Journal”; coxas com circunferência alta resultantes de trabalho muscular poderão estar associadas a uma diminuição da Pressão Arterial e consequente redução do risco de Doença Cardiovascular, segundo Dr Zhen Yang líder da investigação da “Shanghai Jiao Tong University School of Medicine”, Xangai, China; indivíduos que apresentavam maior trabalho muscular nas coxas e consequente aumenta circunferencial apresentavam consideravelmente uma menor pressão arterial que os seu pares com pequena circunferência da coxa, segundo Dr Zhen Yang estas constatações poderão de futuro ajudar no combate à Hipertensão Arterial e Doença Cardiovascular.